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A Batalha Naval dos Abrolhos (1631)
Naval Battle of Abrolhos (1631)

Alceu Oliveira Castro Jungstedt
Capitão de Mar e Guerra (RM1). Bacharel em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-graduando em História Militar pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores. Instrutor de Estratégia Naval da Escola de Guerra Naval (EGN).



RESUMO

O objetivo deste artigo é descrever a Batalha Naval dos Abrolhos a fim de determinar se houve um vencedor tático e/ou estratégico. Descreve-se a reação luso-espanhola à conquista de Recife, os preparativos para a expedição de D. Antonio de Oquendo e a Batalha propriamente dita. Foi um violento e intenso combate entre as capitânias, e entre os navios dos Vice-Almirantes, como, normalmente, aconteciam nas batalhas navais em alto-mar até meados do século XVII. Foi um combate tático e estratégico inconcluso, que não alterou a situação da ocupação holandesa em Pernambuco.

PALAVRAS-CHAVE: União Ibérica; Invasões Holandesas; Batalha Naval dos Abrolhos

(Veja o artigo na íntegra na versão PDF)

ABSTRATC
The purpose of this article is to describe the Naval Battle of Abrolhos in order to determine if there was a tactical and/or strategic winner. The article describes the Luso-Spanish reaction to the conquest of Recife, the preparations for the expedition of D. Antonio de Oquendo and the Battle itself. It was a violent and intense combat between the flagship, and between the ships of the Vice-Admirals, as was usual in naval battles on the high seas until the middle of the 17th century. It was an inconclusive tactical and strategic combat, which did not change the situation of the Dutch occupation in Pernambuco.

KEYWORDS: Iberian Union; Dutch Invasions; Naval Battle of Abrolhos