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promover e incentivar o debate e a pesquisa sobre temas de História Marítima no meio acadêmico.

 




        

A Aviação Naval na Revolução de 1932
The Naval Aviation in the Revolution of 1932


Carlos Roberto Carvalho Daróz
Mestre em História. Graduado em História, especialista em História Militar, mestre em Operações Militares. Pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército. Professor da Universidade do Sul de Santa Catarina e sócio do IGHMB.


RESUMO
No dia 9 de julho de 1932 eclodia em São Paulo um movimento político-militar em oposição ao governo provisório de Getúlio Vargas. Para enfrentar a rebelião, foram empregadas tropas do Exército e unidades da Marinha, que, após 85 dias de combate, conseguiram sufocar o movimento. Dentre seus meios operativos, a
Marinha do Brasil empregou a Aviação Naval que, apesar das limitações, contribuiu para a proteção da Esquadra e apoiou as operações das Forças Terrestres. O presente trabalho tem por propósito discutir e analisar o papel desempenhado pela Força Aeronaval, bem como os impactos e o legado nela provocados em razão de sua participação no combate à revolução.


PALAVRAS-CHAVE: Aviação Naval; Poder Aéreo; Revolução de 1932l

(Veja o artigo na íntegra na versão PDF)
ABSTRACT
On July 9, 1932, a political-military movement broke out in São Paulo as opposed to Getúlio Vargas’s provisional government. To deal with the rebellion, army troops and navy units were employed, which, after 85 days of fighting, managed to stifle the movement. Among its operational means, the Brazilian Navy employed Naval Aviation, which, despite its limitations, contributed to the protection of the fleet and supported the operations of ground forces. This paper aims to discuss and analyze the role played by the naval force, as well as the impacts and legacy caused by its participation in the fight against the revolution.

KEYWORDS: Naval Aviation; Airpower; Revolution of 1932