A Revista NAVIGATOR é dirigida a professores, pesquisadores e alunos de História e tem como propósito promover e incentivar o debate e a pesquisa sobre temas de História Marítima no meio acadêmico.





Cartas – correspondência ativa e passiva – José de Anchieta

Maria Augusta Machado da Silva
Museóloga, sócia titular do Instituto Histórico
e Geográfico do Rio de Janeiro e especialista em
assuntos de história e cultura da América do Sul

A publicação do livro O Tenentismo na Marinha traz a público importantes discussões sobre a participação da Marinha de Guerra nos processos revolucionários da década de 1920, que colocaram em xeque o domínio das oligarquias e dos "coronéis" no cenário político brasileiro.

 Os "coronéis" não monopolizavam a cena política da Primeira República (1889-1930); outros grupos, expressando diversos interesses urbanos, também tiveram papel significativo na condução da política brasileira.

Notadamente, a partir da Primeira Guerra Mundial, a presença de setores urbanos (entenda-se "classe média") no âmbito político tornou-se mais visível, ao apoiar pessoas e movimentos que levantassem a bandeira do liberalismo, capaz de levar à prática as normas da Constituição e as leis do País, transformando a república das oligarquias em república liberal. Isso significava, entre outras coisas, eleições não fraudulentas e respeito aos direitos individuais.

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